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Dom Gorgônio celebra Missa de Exéquias de Pe. Milton de Campos Rocha

O Santuário Nossa Senhora da Conceição na tarde desta terça-feira (18/12) estava repleto de pessoas, representantes de todas as pastorais e movimentos, seminaristas, diáconos permanentes, padres diocesanos e de outras dioceses, amigos e familiares. Na celebração de Exéquias pela alma do Pe. Milton de Campos Rocha havia serenidade, apesar da saudade já instalada. As muitas coroas de flores na igreja demonstravam o carinho para com ele.

Em sua homilia, Dom Gorgônio destacou que a Igreja celebra a Vida e não, a morte. Lembrou os feitos, mas também os sofrimentos pelos quais passou o Pe. Milton devido à diabetes, doença que o acompanhou desde muito jovem. “Viveu a graça de Cristo e também a Cruz, subiu ao Calvário com suas dores e limitações, sempre imolando-se, ofertando sua vida – dom que Deus lhe concedeu – em seu ministério sacerdotal”, afirma o bispo.

Desde a notícia de seu falecimento pelas redes sociais do Pe. Élcio Roberto de Góes, atual pároco e reitor do Santuário, muitas pessoas da cidade e de fora estiveram presentes prestando suas últimas homenagens. Devido às suas realizações na cidade, a Prefeitura de Tatuí decretou luto oficial de três dias no município; o decreto foi lido pelo Pe. Élcio logo após a comunhão.

Na sequência, Dom Gorgônio proferiu a oração das Exéquias, ladeado pelos sacerdotes e diáconos presentes na celebração. Ao fim da Missa, o sepultamento foi realizado no Cemitério Cristo Rei, em Tatuí (SP).

A Missa de sétimo dia acontecerá no próximo domingo, dia 23, às 19h no Santuário Nossa Senhora da Conceição.

Histórico do Pe. Milton

Filho de Joao de Campos Rocha e Lázara Rodrigues Rocha, Milton de Campos Rocha nasceu em Tatuí no dia 29 de novembro de 1951. Foi batizado na Paróquia Nossa Senhora da Conceição no dia 1º de dezembro de 1951 e crismado de 10 a 12 de maio de 1952 na mesma Matriz.

De 1976 a 1978 estudou Filosofia no Seminário São Carlos Borromeu; de 1979 a 1982 cursou Teologia no Instituto Teológico São Joao Paulo II de Sorocaba (SP). Ainda em 1978 concluiu a Licenciatura em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba.

Em 15 de agosto de 1980 foi admitido às ordens sacras e recebeu os Ministérios de Leitorato e Acolitato. No ano seguinte, em 30 de agosto foi ordenado Diácono (transitório) por Dom José Melhado Campos (in memorian). E no dia 12 de outubro de 1982 recebeu o sacramento da ordem, no grau de Presbítero, pelo ordenante Dom José Lambert (in memorian).

Como Diácono serviu na Paróquia Santa Cruz de Tatuí. Em 30 de janeiro de 1983 foi apresentado como Vigário das Paróquias São Paulo Apóstolo e, São Luiz Gonzaga e assumiu a Coordenação da Pastoral Vocacional da Arquidiocese de Sorocaba (Igreja Particular da qual pertencíamos como região pastoral à época). Foi posteriormente, Pároco das Paróquias São Roque de Boituva e Paróquia Santo Antonio de Iperó. Passou também pela Paróquia São Lucas de Sorocaba.

Quando instalada a Diocese de Itapetininga, em 1998, Padre Milton estava Pároco da Paróquia São Judas Tadeu (igreja a qual ajudou a fundar e posteriormente foi elevada à Santuário) e da Paróquia Bom Jesus de Quadra. Em 2004, foi nomeado Reitor e Pároco do Santuário e Paroquia Nossa Senhora da Conceição onde permaneceu por dez anos. Desde 2013, devido às complicações em sua saúde, estava Vigário do Santuário e Capelão do Lar São Vicente de Tatuí.

O sacerdote foi também membro do Conselho de Presbíteros; Ecônomo da Diocese de Itapetininga e assessor eclesiástico da Pastoral Familiar.

Padre Milton faleceu devido a um infarto no início da madrugada desta terça-feira (18/12).

Fotos: Assessoria de Comunicação/Diocese de Itapetininga

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Dom Gorgônio

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