Região Oeste

Paróquia São Roque – Campina do Monte Alegre (SP)

HORÁRIOS DE MISSA

Matriz

Segunda-Feira às 16h;
1ª Sexta-Feira às 18h (Missa Sagrado Coração De Jesus);
Sábado às 19h30;
Domingo – às 08h e 19h;
1º Domingo do Mês- 10h;

Comunidades

Comunidade Nossa Senhora da Conceição – 2ª, 3ª e 4ª Sexta Feira- 19h;
Comunidade Sant’Ana (Bairro Barreiro) – 1ª Quinta-feira às 19h30; 3º domingo às 10h;
Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Bairro dos Aleixos) – 2ª e 4ª quinta às 19h30;
Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Bairro do Salto) -2º e 4º domingo às 10h;
Comunidade Nossa Senhora da Divina Providência (Vila Gomes) – 1º e 3º domingo às 17h;
Comunidade São Judas (CDHU A e B) – 3ª quinta-feira às 19h30;
Comunidade São José (CDHU C e D) – 2º domingo às 17h;
Comunidade São José Operário (Faz. Chapadão) – 4º domingo às 17h;

História

Por volta de 1870 morava às margens dos rios Paranapanema e Itapetininga as famílias Gomes e Libâneo, que eram proprietárias das terras. Onório Gomes tinha apenas cinco anos quando saiu de sua casa em busca de animais pelos campos e acabou encontrando a imagem de um Santo dentro de um cupim. Na segunda vez que foi ao local, Onório levou a imagem para casa. A imagem tinha mais ou menos 20 cm, estava envolvida por um manto vermelho e tratava-se da imagem de São Roque.

Tempos depois, as famílias Gomes e Libâneo decidiram construir uma capela onde tinha sido achada a imagem. A capela de São Roque foi construída de pau à pique e coberta com folhas de indaiá. Com isso muitas pessoas começaram a mudar para a capelinha, como estava sendo chamado o local. Formou-se então ali um pequeno povoado. José Libâneo, Maria Martins Vieira, Domingos Soares Camacho, Manoel Antunes Rodrigues, Elias Seabra de Lima e Maria Theodoro de Arruda doaram as terras para formação do povoado em 1912. A partir daí o local passou a ser chamado de “Terras de São Roque”. Havia também na região outra família, a família Aranha, que diziam ser os proprietários da Terra de São Roque, devido a isso o local recebeu o apelido de “Campina dos Aranhas”.

“Campina dos Aranhas” foi rota do caminho ao sul, muitos tropeiros que por aqui passavam, acabavam por hospedar-se nos campos. Deixaram uma forte influência gaúcha.

Durante a Revolução de 1932, “Campina dos Aranhas” foi campo de batalha. Sendo o sineiro da igreja de São Roque, alvo de um dos bombardeios. As terras onde se fixaram os habitantes da Campina do Monte Alegre é banhado por dois rios, o rio Itapetininga e o rio Paranapanema, que estão entre os únicos rios não poluídos do estado de São Paulo. Dois lugares eram privilegiados: o encontro das águas e a queda d’água.

O encontro das águas acontece quando o rio Itapetininga deságua no rio Paranapanema ao pé de um monte, que é um marco, pois é avistado de todos os pontos do povoado. Por isso os moradores decidiram mudar o nome da cidade e incluir o monte nesse novo nome, para eles o monte era motivo de grande alegria, embelezava a cidade: o nome de Campina do Monte Alegre.

Pertencem à Paróquia, as comunidades Nossa Senhora Aparecida (Distrito do Salto); Nossa Senhora Aparecida (Distrito dos Aleixos); Nossa Senhora da Conceição e São Jorge (Centro); Nossa Senhora da Divina Providência (Vila Gomes); Sant’Ana (Bairro Barreiro dos Italianos); São José (CDHU C); São José Operário (Bairro Chapadão) e São Judas Tadeu (CDHU A e B).

Atualmente, o Revmo. Pe. Roberto Moreira é o Pároco.

A Matriz está localizada Praça José Silva, s/n, Centro de Campina do Monte Alegre (SP). O telefone da secretaria paroquial é o (15) 3256-1466 e o email [email protected] .

PALAVRA DO BISPO

Dom Gorgônio

Eterna é a sua misericórdia!

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